20 de agosto de 2009

Conhecimento para Doar

Por precisarmos de mais espaço em casa, eu e o Juliano queremos nos livrar de quilos de xerox do curso de Jornalismo. Como são muitas caixas e gavetas, aos poucos vamos esvaziá-las e anunciar aqui o que temos para doar. A preferência é por gente de Curitiba e Região Metropolitana, para que a entrega seja facilitada. Combinamos um local de fácil acesso (como a Biblioteca Pública, um shopping, a portaria do seu edifício, do seu trabalho, um mercado, etc, e o dia em que passarmos num desses locais, deixamos o envelope para você). Por favor, vamos fazer esse acerto da entrega por EMAIL, porque senão os nossos Twitters viram chat do MSN infernal. Lembramos a vocês que estamos precisando de espaço, então queremos nos livrar desses xerox amanhã. Quem escrever primeiro, leva.

Email para contato: dani.carneiro@gmail.com


Xerox que temos para Doar agora

(Jornalismo e Introdução ao Jornalismo)- “A Arte de Fazer um Jornal Diário” de Ricardo Noblat, 174 páginas, encadernado.

(Redação) – “A Argumentação na Comunicação” de Phillippe Breton, 75 páginas, sem encadernar.

(História do Brasil) – “História Concisa do Brasil” de Boris Fausto, Capítulo 4 pág.185-217, sem encadernar.

(História do Brasil) – “Multidões em Cena” de Maria Helena Rolim Capelato, pág.01-17, pág.64-97, sem encadernar.

(Seminários de Jornalismo Ambiental)- Entrevista com Gilberto Dupas, entrevista com Serge Latouche, entrevista com Marcel Burstyn, 14 páginas sem encadernar. De brinde vai um Xerox de 5 páginas de “A Ideologia Alemã” de Karl Marx e Friedrich Engels.

(Jornalismo Comunitário) - “Jornalismo Comunitário – O que é afinal”, de Elaine Tavares da Faculdade de Comunicação e Arte – Itajaí, 3 páginas.

(Ética) - "Conversando Sobre Ética E Sociedade" de Josué Candido Da Silva e Jung Mo Sung, pág.1-9

(Redação, Língua Portuguesa) - "Linguagem, Escrita e Poder" de Maurizzio Gnerre, pág.3-25

(Sociologia da Comunicação) - "Sociedade da Informação: reestruturação capitalista e esfera pública global" de César Ricardo Siqueira Bolaño, pág.1-22

(História da Comunicação) - "Ideologia Hoje" - Capítulo 2, Consciência e Ideologia, pág.25-43

(Teorias da Comunicação) - "Comunicação e Poder" de Pedrinho A. Guareschi - completo.

(Sociologia da Comunicação) - "Opulência ou Miséria na Informação (A descontextualização Histórica das Notícias)" de Manuel Vazquez Montalban, pág 239-257

(Ética) - Itinerários de Antígona (A Questão da Moralidade) - Barbara Freitag, texto com 3 páginas.

Roupas

Sobre as roupas que tínhamos para doar, elas foram encaminhadas para São José do Cerrito em Santa Catarina, pelo "seu" Hélio, porteiro e nobre defensor do interior do estado catarinense, que se disponibilizou a entregar as roupas no município. Os outros pedidos que surgiram ficaram inviáveis, pedimos desculpas aqueles que entraram em contato, mas que eram de outros estados.

18 de julho de 2009

Restaurantes Vegetarianos em Curitiba

Pocura-se restaurante vegetariano em Curitiba que funcione no sábado à noite. Aliás procura-se restaurante vegetariano em Curitiba!

Não gosto do Sorella, apesar de já ter almoçado lá dezenas de vezes, por pura falta de opção. Se a informação estiver correta, é o único que atende de 2ª a 5ª até as 22h (janta), mas só na unidade do Centro Cívico. No Sorella do Champagnat a comida é idêntica todos os dias. Eu ia falar que só tem comida de hospital lá, mas soube que a comida do Hospital da Cruz Vermelha é ótima, então... seria injusto.


O Super Vegetariano no centro é excelente. Mas pra conseguir estacionar naquela região é caótico e requer Estar, e obviamente nós boicotamos o Estar. O restaurante abre para a janta às 17h30.
Os estacionamentos próximos ao SuperVegetariano custam entre 4 reais ou mais a hora, e aí compensa fazer comida em casa mesmo. Mas a comida do SuperVegetariano, o atendimento, o clima e a decoração do local valem o esforço de vez em quando.

O Chauá mudou muito, não primou pela excelência, colocou os preços lá em cima, tirou pratos que a gente gostava e espantou justamente nós os clientes antigos. Cortamos relações.

O Green Land fica no 2º andar de um prédio onde o 3º andar é o buffet de carnes. Algo meio esquizofrênico, mas funciona. Possui um excelente atendimento principalmente por um tiozinho que lhe cumprimenta efusivamente e sempre tem um papo bom. No Green Land a comida é temperada com o mais caseiro dos temperos. O grande problema do Green Land é a falta de rotatividade no cardápio e o preço R$13,00.

SuperDog no Cabral, barraca de cachorro quente vegetariano. Nós fomos lá há mais de um ano. Eu nunca mais voltei, mas quando fui o que vi foi o seguinte: - Apesar do tamanho enorme do cachorro quente, o valor que não cobram no lanche descontam no preço da bebida. E não tinha Mate Leão, ou era Guaraná Antarctica, Coca Cola ou os Ice-Tea da vida. Como a barraca fica numa esquina do Cabral, formam filas de carros para serem atendidos. Os atendentes se perdem, sem saber se devolveram o troco correto ou não. Começou a chover, então utilizamos o estacionamento de uma farmácia em frente da barraca para fazer o lanche, e como o lugar era escuro, é aprazível para possíveis assaltos, fica aquela sensação de insegurança. Mas como disse, fomos lá há mais de um ano, talvez as coisas estejam diferentes agora.


Veja, não estamos falando mal de ninguém aqui, só estou falando o que falaria para qualquer pessoa que me perguntasse se eu já fui em algum desses lugares. O serviço que foi prestado no dia (ou nas vezes) em que fui nesses lugares é que me serve de referência. Lembrando sempre que estamos abertos a sugestões e comentários, e assim que pudermos, voltaremos aos locais para saber se melhoraram ou pioraram.

texto: Dani/Juliano
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7 de julho de 2009

Johny e seus dois corpos


Johny possuía uma certa simpatia pelas pessoas que o cumprimentavam na rua. Elas iluminavam aquele segundo, iluminando um pouco o quarto onde ele vive solitário com duas pessoas.

Em seu quarto cinza seria possível uma pessoa organizada se mudar para ali em uma tarde. Não existia nada que deixasse claro que aquele pequeno ambiente era a casa de uma pessoa, paredes lisas, uma cadeira, uma mesa, um computador, livros nas estantes e a cama não arrumada. E claro, as duas cadeiras onde viviam as pessoas que ele não conseguia se livrar.

Na parede oposta de sua cama ficavam duas cadeiras onde amarrados fortemente por cordas já desgastadas pelas traças e pelo tempo estavam seus pais, mortos. Parcialmente decompostos, mas ainda mantinham as expressões pelas quais ficaram conhecidos e que acompanhavam Jhony em cada passo que dava em sua caminhada matinal. O cheiro que exalavam não era tão ruim como os filmes e os livros diziam ser, era até reconfortante o odor de carne seca e apodrecida quando ele abria seus olhos ainda no escuro das 5:30 da manhã.

As discussões começavam mesmo antes de lavar o rosto. O pai lhe recriminava por ter dormido demais e a mãe lhe perguntava quantas vezes havia escovado os dentes de noite. Jhony se calava, passava as duas mãos pelo rosto com a barba por fazer e dizia que ia comprar pão. Sujo, descabelado, de pijama e apenas com uma jaqueta de couro nas costas caminhava 15 minutos e 34 segundo até a padaria mais próxima onde pedia três pães e um pingado. Tomava o café de uma só vez após adoçar com 3 colheres cheias de açúcar mascavo e partia de volta para seu quarto.

Do lado de fora da porta já conseguia ouvir seus pais discutindo o que fariam com ele, onde haviam errado para merecê-lo como filho e como pagariam por mais um mês de aluguel do apartamento vazio onde estavam. Antes de destrancar a porta, Jhony respirava fundo e já entrava olhando o chão sujo e trancava cuidadosamente a porta sem fazer barulho. Ele sabia que sua mãe não gostava de portas batendo e que seu pai tinha medo de assaltos de uma forma quase doentia para quem nunca havia presenciado um assalto em toda a vida. Colocava dois pães para seu pai e um para sua mãe e continuava a escutar os sermões de seu pai que suas escolhas foram erradas e que nenhuma empreitada de sua prole foi em frente por mais do que 2 anos seguidos. Sua mãe começava a falar de Flavinha, a vizinha que tiveram, que hoje era uma PHD em Física na Universidade de Hamburgo e lhe mandava cartas todos os dias contando como as coisas estavam boas na Alemanha e que quando pudesse a visitaria com presentes caros. Os presentes caros sempre foram o fraco de sua mãe e ele nunca conseguiu agradá-la com os vasos que pintava nas aulas de artes com pequenas representações de corvos, seu animal favorito - “Eles são muito deprimentes!” - dizia ela, já sendo interrompida pelo defunto ao seu lado que já reclamava que a escola e os professores eram ruins e vagabundo por deixarem uma criança desenhar coisas macabras.

O sol já brilhava com toda a intensidade por entre os furos das persianas, o quarto ganhava a iluminação cinza clara, como interior de mausoléus de cimento corrido. Johny nada dizia apenas suspirava no meio daquele tiroteio de culpas, repressões, sermões e idiotices. Mas nada conseguia fazer... Já havia cavado duas covas perfeitas, 7 palmos debaixo da terra, mas nunca conseguiu enterrá-los. Como poderia enterrar aqueles que de uma maneira torta e desalmada o criaram e o alimentaram? Melhor deixar para amanhã, quando talvez a vontade venha e vença o medo que tinha de túmulos. Morava com dois corpos semi-decompostos, mas não suportava nem chegar perto de algo que se assemelhasse a um túmulo. Em sua mente no momento que os dois estivessem lá embaixo, cobertos pela terra preta ele teria dois túmulos em seu quintal e que nunca mais conseguiria dormir sem se cobrir dos pés à cabeça com o cobertor mesmo nas noites mais quentes e suadas. Lia novamente um conto de Bukowski onde o velho Buck matava seus pais com dois tiros e os queimava para eliminar qualquer traço da carne podre de onde viera. E nesta tarde de sexta-feira algo despertou dentro de Jhony. Pegou a pistola prateada de se avô e disparou um tiro nas cabeças já duras de cada defunto, sorriu aliviado. Vagarosamente despejou o galão de gasolina que mantinha para o caso de uma guerra futura sobre papai e mamãe, tendo certeza que cada buraco decomposto deles estivesse úmido. Riscou seu Zippo e jogou sobre os corpos putrefatos e duplamente assassinados. Escolheu alguma música do Louis Armstrong em seu iPod e foi caminhar de madrugada, como não fazia desde a noite que os havia amarrado.


Originalmente escrito em 26/12/08

27 de junho de 2009

Music That People Want to Hear!

GREG DULLI E MARK LANEGAN NO BRASIL!


On the day The Gutter Twins confirmed the date of their show in Brazil a group of discussion was created on Last.fm, for interaction between the people who pretend and already are going' to the show. An Evening With Greg Dulli & Mark Lanegan, on Bourbon Street in Sao Paulo is on the next Thursday 07/01. The music that were asked in the topics until now (Tuesday, 06/30 at 03:10 pm) are the following

Desde que a data do show do Gutter Twins no Brasil foi confirmada, um grupo de discussão foi montado na Last.FM, para interação das pessoas que vão e das que pretendem ir ao show. An Evening With Greg Dulli & Mark Lanegan, no Bourbon Street em São Paulo é na próxima quarta-feira 01/07. As músicas citadas nos tópicos até agora (Terça-feira, 30/06 às 15:10) são as seguintes:


Number Nine (Twilight Singers) - 4 votos (votes)

Dollar Bill (Screaming Trees) - 4 votos

Miles Iz ded (Afghan Whigs) - 3 votos

Bonnie Brae (Twilight Singers) - 3 votos

You My Flower (Afghan Whigs) - 3 votos

When We Two Parted (Afghan Whigs) - 3 votos


More or Less (Screaming Trees) - 3 votos

Belles (Gutter Twins) - 2 votos

Duchess (Gutter Twins) - 2 votos

Summer's Kiss (Afghan Whigs) - 2 votos

Debonair (Afghan Whigs) - 2 votos

Teenage Wristband (Twilight Singers) - 2 votos

The Lure Would Prove Too Much (Twilight Singers) - 2 votos

My Curse (Afghan Whigs) - 2 votos

Tonight (Afghan Whigs) - 2 votos

Traveler (Screaming Trees) - 2 votos

Where Did You Sleep Last Night (Gutter Twins) - 2 votos

Revival (Soulsavers) - 2 votos

There's Been An Accident (Twilight Singers) - 1 voto

Mr.Superlove (Afghan Whigs) - 1 voto

Look at you (Screaming Trees) - 1 voto

Black Is the Color of My True Love's Hair (Twilight Singers) - 1 voto

Candy Cane Crawl (Twilight Singers) - 1 voto

I'll Take Care of You (Mark Lanegan) - 1 voto

We Have Met Before (Gutter Twins) - 1 voto

Down The Line (Gutter Twins) - 1 voto

Gentlemen (Afghan Whigs) - 1 voto

Crazy (Afghan Whigs) - 1 voto

What jail is like (Afghan Whigs) - 1 voto

Crime Scene part 1 (Afghan Whigs) - 1 voto

The slide song (Afghan Whigs) - 1 voto

John the Baptist (Afghan Whigs) - 1 voto

The Killer (Twilight Singers) - 1 voto

I'm ready (Twilight Singers) - 1 voto

All misery/flowers (Gutter Twins) - 1 voto

Idle Hands (Gutter Twins) - 1 voto

Who will lead us? (Gutter Twins) - 1 voto

Bete Noir (Gutter Twins) - 1 voto

Front Street (Gutter Twins) - 1 voto

Down the line (Gutter Twins) - 1 voto

Sworn and broken (Screaming Trees) - 1 voto

One hundred days (Mark Lanegan) - 1 voto

House a home (Mark Lanegan) - 1 voto

Hit the city (Mark Lanegan) - 1 voto

Kimiko´s dream house (Mark Lanegan) - 1 voto

St. James Infirmary (Gutter Twins) - 1 voto

Billie Jean (Michael Jackson) - 1 vote

Don't Stop 'Til You Get Enough (M. Jackson) / Blame, Etc (Afghan Whigs) - 1 vote

The Body (Gutter Twins) - 1 vote

Borracho (Mark Lanegan) - 1 voto

Ugly Sunday (Mark Lanegan) - 1 voto

Nearly Lost You (Screaming Trees) - 1 voto

Museum (Mark Lanegan) - 1 voto

Look At You (Screaming Trees) - 1 voto

Dear Prudence (Afghan Whigs) - 1 voto







Sobre o ato de cozinhar.

Aprendi a cozinhar observando. Cozinhar mesmo, preparar diferentes pratos, nada a ver com o que eu fazia antes que era preparar um miojo, ou fritar ovo e fazer sanduíches. Não. Aprendi a ir ao mercado escolher frutas e legumes, questionar preços, pedir descontos, preferir acordar cedo pra pegar alimentos de melhor qualidade na feira, depois comecei a seguir receitas, e enfim, passei a criar minhas próprias receitas.

Durante esse tempo que fui cultivando minhas habilidades culinárias, percebi que o humor está diretamente ligado ao sabor da comida. Se você está bem, a comida sai uma maravilha, se está de pá virada, fica ruim. Então quando entro na cozinha, durante aquele tempo que vou me dedicar a preparar o almoço ou a janta, ou qualquer outra guloseima, eu me livro de tudo o que me incomoda, para a comida ficar boa.

Comida ao meu ver é pra ser feita com amor. Quando não se cozinha por amor ao ato de cozinhar (que também se faz meditando) ou por aqueles que vão fazer a refeição, pra quê cozinhar? Só para matar a fome ou por uma suposta obrigação?

Prefiro que a pessoa se vire e faça a própria comida do que eu ir para a cozinha de má vontade e fazer um angu horroroso que ninguém suporte. Depois que eu peguei o jeito da coisa, são raros os momentos de preguiça de ir para a cozinha, então, o ponto onde eu queria chegar era esse daqui...

Como uma pessoa pode transformar um momento que poderia ser tão agradável na cozinh num ato hediondo, por Luciele Di Camargo.



Por acaso a Luciele Di Camargo era a menina no filme "2 Filhos de Francisco" que diz à mãe que está com fome, e a mãe manda ela dormir um pouquinho que a fome passa?



Melhor manter uma distância realmente segura desses bolinhos.
Luciele aprenda com o mestre como cozinhar com amor!

26 de junho de 2009

Guaratuba não cansa de se superar



Pois bem, em Guaratuba existe uma farmácia Nissei 24 horas. Mas existem comentários de que em breve ela deixará de ser 24 horas, mas tire suas próprias conclusões.

Através dos locais ficamos sabendo que tem um esquema na Nissei 24h de Guaratuba para ser atendido. Uma campaínha no alto da porta de entrada, para chamar o atendente.

E eu achando que nunca precisaria dos serviços de uma farmácia 24h em Guaratuba. Pois bem, precisei. E perto das 2h da manhã fui até lá. Farmácia toda acesa, porta fechada e com cadeado. Numa folha o aviso: Aperte a campaínha para chamar o atendente. E em seguida: Campaínha com defeito!

Em Guaratuba existe uma farmácia 24h.
Que fica com a porta fechada e com cadeado.
Se você precisa de algo durante a madrugada,
Para chamar o atendente, aperte a campaínha.
Mas a campaínha encontra-se com defeito.

Aí a gente bate na porta.
Um atendente com cara de (complete com o que quiser) vem lá do fundo da loja. Morrendo de medo. Abre o cadeado de uma portinhola, no estilo prisão (por onde passam o prato de sopa pros detentos). Não diz nem a, nem b, nem c. Nós iniciamos o diálogo.

- Tá aberto?
- Tá.

Okay, assentimos com o olhar. Mas o rapaz não abre a porta. Uma voz ínfima surge:
- Vão querer o quê?

Juliano gagueja. Err...vamos querer..
Para tirá-lo do sufoco, eu arremato: Vou querer absorvente!

O cara hesita. Dá um passinho para trás. Toda a cena dá a entender que ele é quem vai buscar o absorvente, mas para evitar um constrangimento maior, ele busca em alguma gaveta a chave da porta, abre, e nos deixa adentrar aquele espaço virginal da farmácia Nissei 24 horas de Guaratuba, Paraná, Brasil, Planeta Terra, Via Láctea, Universo!

Pense nisso antes de precisar de qualquer outra coisa menos ortodoxa quando estiver em Guaratuba e precisar da única farmácia 24 horas da cidade (que em breve deixará de ser, segundo os locais).